tempos cada
vez mais
materializados
de ganância
e destruição
de seres
desprovidos
de sensibilidade
e amor
não ouvem
o som das águas
nem a voz
dos índios
querem apenas
pensar
em cifrões
belo monte
de dinheiro
terça-feira, 31 de agosto de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
mortes causadas
por águas que
não cessam
natureza
que purifica
de forma drástica
em sintonia
com a destruição
causada
por essa
civilização
sol queimando
pra transmutar
tanta
secura de amor
mares estremecendo
pra parir
o estupro
petroleiro
tantos seres
se acabando
no crack
como se a vida
fosse mesmo um estralo
vazio no vácuo
no álcool
como se a vida
fosse volátil
sexualidade
sem conexão
com o sagrado
humanidade
que desonra
o próprio corpo
descuida de si
da terra
do ar
de tudo que é
vida pura
como pretende
continuar
a vida no planeta
onde a escassez
começa a despontar?
é preciso luz
ações altruístas
ja não é mais tempo
de orgulhos feridos
egos ofendidos
diante de tanto
clamor
vivemos em meio
a transiçãO
onde o velho
modelo precisa
ruir
pra deixar o novo
o poder feminino
transcender
tanta
escuridão
por águas que
não cessam
natureza
que purifica
de forma drástica
em sintonia
com a destruição
causada
por essa
civilização
sol queimando
pra transmutar
tanta
secura de amor
mares estremecendo
pra parir
o estupro
petroleiro
tantos seres
se acabando
no crack
como se a vida
fosse mesmo um estralo
vazio no vácuo
no álcool
como se a vida
fosse volátil
sexualidade
sem conexão
com o sagrado
humanidade
que desonra
o próprio corpo
descuida de si
da terra
do ar
de tudo que é
vida pura
como pretende
continuar
a vida no planeta
onde a escassez
começa a despontar?
é preciso luz
ações altruístas
ja não é mais tempo
de orgulhos feridos
egos ofendidos
diante de tanto
clamor
vivemos em meio
a transiçãO
onde o velho
modelo precisa
ruir
pra deixar o novo
o poder feminino
transcender
tanta
escuridão
sábado, 28 de agosto de 2010
um verso pra Tatit
zero hora
noite cálida
calada
ao som
de sem
palavras
voz singela
de cantor-poeta
que passa
como pássaro
indesejos
desprocuras
estabilizadas
emoções
nem alegria
nem tristeza
nem choro
nem vela
serena alegria
incontida
de exageros
novas vias
pra trilhar
novo céu
pra contemplar
novas almas
pra conviver
desapego
do familiar
convencional
do incômodo
do cômodo
de vida acostumada
sossego
desassossegado
com sabor de pêssego
noite cálida
calada
ao som
de sem
palavras
voz singela
de cantor-poeta
que passa
como pássaro
indesejos
desprocuras
estabilizadas
emoções
nem alegria
nem tristeza
nem choro
nem vela
serena alegria
incontida
de exageros
novas vias
pra trilhar
novo céu
pra contemplar
novas almas
pra conviver
desapego
do familiar
convencional
do incômodo
do cômodo
de vida acostumada
sossego
desassossegado
com sabor de pêssego
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
renovação
novo alimento
alinhamento
alento
tudo
que
era
lento
sonolento
cedendo
lugar
pro
fortalecimento
vida nova
que desponta
saltar
no desconhecido
sem medo
do inesperado
seguir o rumo
da alma
que ouve
som de estrelas
e confia
alinhamento
alento
tudo
que
era
lento
sonolento
cedendo
lugar
pro
fortalecimento
vida nova
que desponta
saltar
no desconhecido
sem medo
do inesperado
seguir o rumo
da alma
que ouve
som de estrelas
e confia
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