que é tão
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
pré tensão da lua cheia de claridade
sem sono
sem fome
não durmo
devoro-me
e a vida
ávida
que me
habita
con
some
a dor
dando
amor
flor
e olor
os nomes de Rosa ou as rosas nos nomes
as mulheres que têm por nome rosa
só podem ser filhas de poetas...
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
sábado, 13 de outubro de 2012
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
um respiro
tudo em suspenso
dispenso o pensar
tento ouvir o compasso
ritmado do peito
que sempre sabe
tudo a respeito
dispenso o pensar
tento ouvir o compasso
ritmado do peito
que sempre sabe
tudo a respeito
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
sábado, 18 de agosto de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
domingo, 22 de julho de 2012
sexta-feira, 13 de julho de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
Como ciclista urbana já há alguns anos, cada vez mais penso na escolha acertada que fiz por este meio de transporte e de viver...com o tempo cada vez mais disparado dos relógios que giram em torno do "tempo é dinheiro", na bicicleta, que simbolicamente também representa meus pés, a forma de me conduzir pelos caminhos que percorro, pedalando e movimentando meu corpo e todo sentir, pois a bicicleta exige a presença do corpo vital , inteiro...desperto! muito diferente de estar encapsulado dentro de um carro ( gosto de andar de carro tbem, mas prefiro apenas pra trajetos longos , em momentos necessários e de ser passageira ...) e escolhi não o ter, acho que ja existem carros demais em todos os lugares e não tenho tanto tempo pra correr tanto atrás de tanto dinheiro pra pagar tantas despesas que ele tanto traz...com a bicicleta, além de estar mais perto do que me cerca, vejo detalhes que jamais consigo num carro, moto ou ônibus...acho todos os meios de transporte importantes e singulares e tenho respeito por todos, mas meu amor é dedicado apenas à bicicleta...por que além de circular os passos enquanto pedalo, o tempo, o vento, o calor ou o frio, está tudo na minha cara, na minha pele...acho sinceramente que os trabalhadores que conseguem se conduzir aos seus trabalhos pedalando, chegam dispostos, atentos, aquecidos, com o sangue pulsando corajoso...pedalar é alar os pés!!!!!
corpo bem suado soa quase como corpo bem soado...até abençoado...
corpo bem suado soa quase como corpo bem soado...até abençoado...
terça-feira, 3 de julho de 2012
e aí
a gente
conversa
ou sem
verso
e vice?
vice-versa
parece agora que
quando bem-te-vi
previ
um realejo
um ensejo
um desejo
de festa
alegre
de amor
pronto que chega
de repente
como num compasso
de mágica
num passe
agora
sem amora
sem amor
de com par trilhar
os caminhos
verdes
montanhosos
e ensolarados
que fazem
o que é amor
flores ser
segunda-feira, 2 de julho de 2012
e na casa
de pernas
pro ar
objetos
diversos
sem versos
espalhados
pelo chão
sujo
da parede
em conserto
porque tamanha
lentidão?
inércia
quase lesma
a esmo
fito horas
a fio
o cheio
pleno
de nada
na bagunça
da casa
que se vira
de pernas
pro ar...
ânima
e ânimo
se alando
alastrando
hasteando
os braços
bandeiras
querendo
arvorecer
com o alvorecer
do alvo
no peito
do ser
todo
de pernas
pro ar
objetos
diversos
sem versos
espalhados
pelo chão
sujo
da parede
em conserto
porque tamanha
lentidão?
inércia
quase lesma
a esmo
fito horas
a fio
o cheio
pleno
de nada
na bagunça
da casa
que se vira
de pernas
pro ar...
ânima
e ânimo
se alando
alastrando
hasteando
os braços
bandeiras
querendo
arvorecer
com o alvorecer
do alvo
no peito
do ser
todo
domingo, 1 de julho de 2012
sábado, 30 de junho de 2012
e quando
a vida
fica revirada
tudo em desalinho
bagunça dentro e fora
caminho novo pra seguir
e velho pra largar
sem dó, nem piedade
sem olhar pra trás
o dente dói
mostrando
que a solidez
da vida
é mesmo dura
e o caminho
renovado
desponta com
ar de mudança
que dança
muda
na calada
da noite
no cálido
dia que
se derrama
como num cálice
aperta o calo ou
aperto que calo
a casa com suas
paredes descascadas
despidas de tantas tintas
mostra a cara dura
do concreto
do que surgiu no início
construção
reforma
outra casa
alada
me sinto
bem
acasalada
ainda não sei
sexta-feira, 29 de junho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
domingo, 17 de junho de 2012
ser
muda
mudo
ser
muda
de flor
de erva
que cura
mudo
rancor
em
ramo
onde for
muda
dança
dança
mudra
mudança
que embala
embole
engole
devora
assusta
encanta
de
espanto
presente
eterno
porvir
por vir
sóis
que somos
nós
entrelaçados
envoltos na
entrega
com fiança
tecida
a fios
de raios
de céus
dourados
cintilantes
brancos
claros
translúcidos
ouro em pó
que se espalha
reluzindo
pontos luminosos
de amar
elos
agora
com
gosto
de amora
quarta-feira, 13 de junho de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
sem caqui, nem amora
do
quintal
ensolarado
ouve-se
o
canto
alado
de
algum
galo
ao
lado
e
um
côro
canino
de
algum
faminto
aflito
terça-feira, 17 de abril de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
sinto a alma
voando
e o corpo
em descompasso
com
passos
fracos
buscando
o apoio
ser
bastão
em pé
bastar
abastecer
abastar-se
braços
sem
abraços
na bolsa
várias novas
chaves
aos cuidados
de gatos
plantas
cachorro
tempo
pra
espairecer
sentimento
deixar
clarear
as
peripécias
do coração
sem pressa
loucas
curas
se
processam
e não
cesso
de querer
amar alguém
como
um espelho
cristalino
que reflete
um
rio de
águas
claras
voando
e o corpo
em descompasso
com
passos
fracos
buscando
o apoio
ser
bastão
em pé
bastar
abastecer
abastar-se
braços
sem
abraços
na bolsa
várias novas
chaves
aos cuidados
de gatos
plantas
cachorro
tempo
pra
espairecer
sentimento
deixar
clarear
as
peripécias
do coração
sem pressa
loucas
curas
se
processam
e não
cesso
de querer
amar alguém
como
um espelho
cristalino
que reflete
um
rio de
águas
claras
segunda-feira, 2 de abril de 2012
de que matéria é
feito o que a gente
sente de anseio
as vezes
um gostar
repentino
um faro fino
um jeito felino
de ser
de chegar
de sumir
de voltar
matéria
das
artérias
é o que vai
no peito
agora
um desejo
sem feitio
de saber
que
amor
pode haver
no que temos
a ver
em como um
e a distância
parece
aumentar esta
ânsia
de dizer
o que nem sei
mais sinto
do que penso
e dispenso
todo
pesar
todo
peso
quero só colorir
essa amizade
e florir
e sorrir
e partitura ser...
feito o que a gente
sente de anseio
as vezes
um gostar
repentino
um faro fino
um jeito felino
de ser
de chegar
de sumir
de voltar
matéria
das
artérias
é o que vai
no peito
agora
um desejo
sem feitio
de saber
que
amor
pode haver
no que temos
a ver
em como um
e a distância
parece
aumentar esta
ânsia
de dizer
o que nem sei
mais sinto
do que penso
e dispenso
todo
pesar
todo
peso
quero só colorir
essa amizade
e florir
e sorrir
e partitura ser...
sexta-feira, 30 de março de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
domingo, 25 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
de clara ação
um coração
sai em busca
de um amor
e encontra
outro
coração
ocupado
o culpado
pode ser
o medo
cansado
declara
então
em alto
e bom
som:
QUERO
UM
AMOR
POR
INTEIRO
LIVRE
CLARO
E COLORIDO
sai em busca
de um amor
e encontra
outro
coração
ocupado
o culpado
pode ser
o medo
cansado
declara
então
em alto
e bom
som:
QUERO
UM
AMOR
POR
INTEIRO
LIVRE
CLARO
E COLORIDO
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
tarde de
calor
com gosto
de goiaba
e água doce
pra lavar
a alma
fluir com
a água
sorrir
e seguir
com beija-flor
cachoeira
que sempre
tem guardiã
irmã árvore
grandiosa
caminho de
sombras
pra acalentar
do calor
explícito
do abuso
de poder
do homem
com tato
a natureza
e sua pele
me reveste
por dentro
e fora
"gracias a la vida que me ha dado tanto..."
calor
com gosto
de goiaba
e água doce
pra lavar
a alma
fluir com
a água
sorrir
e seguir
com beija-flor
cachoeira
que sempre
tem guardiã
irmã árvore
grandiosa
caminho de
sombras
pra acalentar
do calor
explícito
do abuso
de poder
do homem
com tato
a natureza
e sua pele
me reveste
por dentro
e fora
"gracias a la vida que me ha dado tanto..."
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
domingo, 15 de janeiro de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
diário de borda
abordagem do hoje
pra tentar bordar
o que finda
no dia mesclado
de inércia
e lentidão
quase caos
o inteiro
cais
abriga
e obriga
o eu a
encontrar-se
com seu todo
feio
escuro
lindo
luminoso
cinzento
colorido
cuidar da
companheira felina
pra que nos cure
de tudo
que coça
a coceira
do amor
que não
se dá
por medo
de mudar
um esquema
padrão antigo
de ter o ter
antes do ser
é só tecer o ser
bordar
a bordo
do dia
mesmo a revelia
mesmo na solitude
mudar de atitude
começa por dentro
e aos poucos
vai desabrochando
como botão de flor
quando nem se espera
se abre
ausências necessárias
pra completar a presença
pai que não vejo
mais e me
enlaça com
seu amor
indelével
casa em
processo
de
asa
ja que comprei
uma bicicleta
não caso
a não ser
que seja
um caso
grave
de amor
explícito
misto de emoções
pensamentos
pesares
e alegrias
compõem
o dia
a sexta
feira 13
dos gatos
pretos
que me clareiam
me ensinam
a amar
no olhar
palavras
quase aleatórias
pra relatar
o dia
que se funde
com a noite
bem-te-vis
cantarolando
céu nublado
transmutando
a luz
no aqui
agora
sem caqui
nem amora
pra tentar bordar
o que finda
no dia mesclado
de inércia
e lentidão
quase caos
o inteiro
cais
abriga
e obriga
o eu a
encontrar-se
com seu todo
feio
escuro
lindo
luminoso
cinzento
colorido
cuidar da
companheira felina
pra que nos cure
de tudo
que coça
a coceira
do amor
que não
se dá
por medo
de mudar
um esquema
padrão antigo
de ter o ter
antes do ser
é só tecer o ser
bordar
a bordo
do dia
mesmo a revelia
mesmo na solitude
mudar de atitude
começa por dentro
e aos poucos
vai desabrochando
como botão de flor
quando nem se espera
se abre
ausências necessárias
pra completar a presença
pai que não vejo
mais e me
enlaça com
seu amor
indelével
casa em
processo
de
asa
ja que comprei
uma bicicleta
não caso
a não ser
que seja
um caso
grave
de amor
explícito
misto de emoções
pensamentos
pesares
e alegrias
compõem
o dia
a sexta
feira 13
dos gatos
pretos
que me clareiam
me ensinam
a amar
no olhar
palavras
quase aleatórias
pra relatar
o dia
que se funde
com a noite
bem-te-vis
cantarolando
céu nublado
transmutando
a luz
no aqui
agora
sem caqui
nem amora
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
papai
não é porque
você se foi
que agora
fico te
beatificando não
você
de verdade
só deixou
exemplos
de bondade
ternura e
integridade
foram
poucos
os abraços
mas sempre
me senti
envolvida
por seu
amor
protetor
onde você
estiver agora
quero
que meu sentimento
alcance
seu coração
na forma
de uma luz
azulada
e rosa
como
a rosa
do meu jardim
que você
escolheu
pra me
presentear
porque
era
rara
quero
trilhar
seu caminho
de simplicidade
sempre
e deixar
a música
ser a
companheira
e a natureza
a medicina
sagrada
você se foi
que agora
fico te
beatificando não
você
de verdade
só deixou
exemplos
de bondade
ternura e
integridade
foram
poucos
os abraços
mas sempre
me senti
envolvida
por seu
amor
protetor
onde você
estiver agora
quero
que meu sentimento
alcance
seu coração
na forma
de uma luz
azulada
e rosa
como
a rosa
do meu jardim
que você
escolheu
pra me
presentear
porque
era
rara
quero
trilhar
seu caminho
de simplicidade
sempre
e deixar
a música
ser a
companheira
e a natureza
a medicina
sagrada
papai
vontade que
me dá
de saber
como é
ai onde
você mora
agora
ainda choro
quando penso
forte em você
sobretudo
nos dias
que antecedem
minha tenda
de recolhimento
as vezes estranho
te sentir tão
próximo
do jeito
inexplicável
que ainda
as vezes
tento
que alguém
entenda
e logo
lembro
que você
não esta
viajando
por aqui mais
quero
que você
venha me
visitar
mais vezes
no mundo
dos sonhos
com sua calma
e leveza
não lamento
sua partida
entendo
que tudo
na vida
se finda
ou se funde
com a morte
mas a saudade
que ao mesmo
tempo parece
alimentar
o amor
é também
meio vilã...
tudo tão
confuso
fica as vezes
mas não
se importe
tudo se
transmuta
e só
sei te
agradecer
por ter sido
um pai
tão honrado
te amo pra sempre!
me dá
de saber
como é
ai onde
você mora
agora
ainda choro
quando penso
forte em você
sobretudo
nos dias
que antecedem
minha tenda
de recolhimento
as vezes estranho
te sentir tão
próximo
do jeito
inexplicável
que ainda
as vezes
tento
que alguém
entenda
e logo
lembro
que você
não esta
viajando
por aqui mais
quero
que você
venha me
visitar
mais vezes
no mundo
dos sonhos
com sua calma
e leveza
não lamento
sua partida
entendo
que tudo
na vida
se finda
ou se funde
com a morte
mas a saudade
que ao mesmo
tempo parece
alimentar
o amor
é também
meio vilã...
tudo tão
confuso
fica as vezes
mas não
se importe
tudo se
transmuta
e só
sei te
agradecer
por ter sido
um pai
tão honrado
te amo pra sempre!
quem idealiza
muito os
encantos
colhe
espantos
e fica
decepcionado
melhor
é construir
amores
simples
esculpidos
pela
sinceridade
do ser
agir
e pensar
prá
não correr
o risco
de anular
aquela
pessoa
que um
dia
fez
nosso
olhar brilhar
de emoção
e deslumbramento
que sejam
desfeitos
todos
idealismos
dos amores
sejam
os de amigo
ou de amantes
pra que
cada um
seja o que é
com ou sem
suas
más caras...
muito os
encantos
colhe
espantos
e fica
decepcionado
melhor
é construir
amores
simples
esculpidos
pela
sinceridade
do ser
agir
e pensar
prá
não correr
o risco
de anular
aquela
pessoa
que um
dia
fez
nosso
olhar brilhar
de emoção
e deslumbramento
que sejam
desfeitos
todos
idealismos
dos amores
sejam
os de amigo
ou de amantes
pra que
cada um
seja o que é
com ou sem
suas
más caras...
nas noites
de verão
o sono
se esvai
dá vontade
de respirar
o ar fresco
que de dia
inexiste e
só na noite
se apresenta
lua cheia
clareou
meu quarto
com todo
seu explendor
me chamou
pra ir pra fora
descortinar
a visão
o ar
noturno
enluarado
expande
e acalma
mesmo
trazendo
a insônia
ou a simples
vontade
de vigiar a
noite
pra ser
silente
fresca
e clara
e os
gatos
pretos
companhias
que me
enlaçam
despertos
me chamam
pra verem
a cor
dada
na noite
de verão
o sono
se esvai
dá vontade
de respirar
o ar fresco
que de dia
inexiste e
só na noite
se apresenta
lua cheia
clareou
meu quarto
com todo
seu explendor
me chamou
pra ir pra fora
descortinar
a visão
o ar
noturno
enluarado
expande
e acalma
mesmo
trazendo
a insônia
ou a simples
vontade
de vigiar a
noite
pra ser
silente
fresca
e clara
e os
gatos
pretos
companhias
que me
enlaçam
despertos
me chamam
pra verem
a cor
dada
na noite
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
sábado, 7 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
2012
o ano
so é novo
se por
dentro
da gente
algo
se renova
pois que
o tempo
que passa
nos relógios
e calendários
segue seu ritmo
cronológico
de sempre
e só muda
o que
dança
so é novo
se por
dentro
da gente
algo
se renova
pois que
o tempo
que passa
nos relógios
e calendários
segue seu ritmo
cronológico
de sempre
e só muda
o que
dança
sábado, 24 de dezembro de 2011
fim de ano
fim de ciclo
começo de verão
começo de refrão
manter a paz
dentro do coração
deixar a ansiedade
cair pelo chão
novas rotas
pra seguir
orientada
pela bússola
da alma
perder o medo
de voar
ir além
do conhecido
novos caminhos
outras línguas
outros sons
cheiros
imagens
costumes
pessoas
quando a mesmice
toma conta
um incômodo
me chacoalha
vontade
de superar
limites
pulsa em meu
peito
um desejo
forte
de me encontrar
quando um lugar
ja não mais
me encanta
com tanta
força
sou movida
a novidades
fim de ciclo
começo de verão
começo de refrão
manter a paz
dentro do coração
deixar a ansiedade
cair pelo chão
novas rotas
pra seguir
orientada
pela bússola
da alma
perder o medo
de voar
ir além
do conhecido
novos caminhos
outras línguas
outros sons
cheiros
imagens
costumes
pessoas
quando a mesmice
toma conta
um incômodo
me chacoalha
vontade
de superar
limites
pulsa em meu
peito
um desejo
forte
de me encontrar
quando um lugar
ja não mais
me encanta
com tanta
força
sou movida
a novidades
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
na tela
do pc
projeto
palavras
que
me injetam
degetam
protegem
deleto
as que
não
me deleitam
deliram
e não
me dão lírios
diante
da tela
inerte
ela
e eu
pra que
tamanha
exposição
descrição
dos momentos
que passam
na casa
cais
um caos
por detrás
por todos
os lados
por dentro
e por fora
e não
sinto vontade
de ir embora
desembolar
o meio de
campo
fazer a roda
girar
do pc
projeto
palavras
que
me injetam
degetam
protegem
deleto
as que
não
me deleitam
deliram
e não
me dão lírios
diante
da tela
inerte
ela
e eu
pra que
tamanha
exposição
descrição
dos momentos
que passam
na casa
cais
um caos
por detrás
por todos
os lados
por dentro
e por fora
e não
sinto vontade
de ir embora
desembolar
o meio de
campo
fazer a roda
girar
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
descrever
a vida
o tempo
que
me
percorre
cada vez
mais veloz
registros
de instantes
de descobrimentos
importantes
do meu eu
almado
alado
palavras
que me
levam
e trazem
pra mais
dentro
do coração
parada
cardíaca
respiratória
pausa
pra
grande
inspiração
e exalar
com
expansão
desejo
claro
de amor
que chega
manso
terno
caloroso
e colorido
par
seria
impar
eu quero
dos
céus
este
presente
remoto
a vida
o tempo
que
me
percorre
cada vez
mais veloz
registros
de instantes
de descobrimentos
importantes
do meu eu
almado
alado
palavras
que me
levam
e trazem
pra mais
dentro
do coração
parada
cardíaca
respiratória
pausa
pra
grande
inspiração
e exalar
com
expansão
desejo
claro
de amor
que chega
manso
terno
caloroso
e colorido
par
seria
impar
eu quero
dos
céus
este
presente
remoto
um carro
arranhado
pelo arame
da cerca
caida
minha
cara
caída
de
vergonha
pelo
descuido
dirigir
digerir
didjeridu
escrita
apertada
em teclas
mãos semi
inativas
maquínicas
más
mímicas
gato
que
em
tantos
atos
vira
companheiro
ativo
fiel
escudeiro
companhia
felina
que
felicidade
incita
alterados
os climas
os pólos
dos imãs
das rimas
irmãs
que não
mais riem
nem sorriem
entre si
desfeitos
todos
tormentos
todos
remendos
e refeitas
toda
calmaria
e toda
ventania
palavras
desconexas
do
fluxo
de
pensamentos
aqui
agora
ja outro
instante
arranhado
pelo arame
da cerca
caida
minha
cara
caída
de
vergonha
pelo
descuido
dirigir
digerir
didjeridu
escrita
apertada
em teclas
mãos semi
inativas
maquínicas
más
mímicas
gato
que
em
tantos
atos
vira
companheiro
ativo
fiel
escudeiro
companhia
felina
que
felicidade
incita
alterados
os climas
os pólos
dos imãs
das rimas
irmãs
que não
mais riem
nem sorriem
entre si
desfeitos
todos
tormentos
todos
remendos
e refeitas
toda
calmaria
e toda
ventania
palavras
desconexas
do
fluxo
de
pensamentos
aqui
agora
ja outro
instante
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
hoje calço seus chinelos,
os que comprou ano passado
pra ir pra praia
se despedir do mar...
quero sentir
a firmeza dos seus
passos nos meus pés
e quando chegar a
hora de partir
pro vôo
eterno
seja também
capaz
de só
ter deixado
rastros
de paz...
você só jaz aqui
pra gente que
segue neste nivel
de vida
o choro que
ainda me inunda
é só
pra liberar
a saudade
corporal
pois trago seu sorriso
na alma
e toda fé
no espirito
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borago