suave
sou ave
(ou quase!)
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
ex pressar
tirando
a pressa
tudo
recomeça
com
a calma
da alma
alada
que sorve
o gole
de água
degusta
a palavra
cantada
cerra os
olhos
ao som
da doce
canção
da voz
que ressoa
da pessoa
que canta
e trabalha
fábula viva
e inteira
sendo
formiga e cigarra
a pressa
tudo
recomeça
com
a calma
da alma
alada
que sorve
o gole
de água
degusta
a palavra
cantada
cerra os
olhos
ao som
da doce
canção
da voz
que ressoa
da pessoa
que canta
e trabalha
fábula viva
e inteira
sendo
formiga e cigarra
domingo, 5 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
A UM AUSENTE
Tenho razão de sentir saudade, tenho razão de te acusar. Houve um pacto implícito que rompeste e sem te despedires foste embora. Detonaste o pacto. Detonaste a vida geral, a comum aquiescência de viver e explorar os rumos de obscuridade sem prazo sem consulta sem provocação até o limite das folhas caídas na hora de cair. Antecipaste a hora. Teu ponteiro enloqueceu, enloquecendo nossas horas. Que poderias ter feito de mais grave do que o ato sem continuação, o ato em si, o ato que não ousamos nem sabemos ousar porque depois dele não há nada? Tenho razão para sentir saudade de ti, de nossa convivência em falas camaradas, simples apertar de mãos, nem isso, voz modulando sílabas conhecidas e banais que eram sempre certeza e segurança. Sim, tenho saudades. Sim, acuso-te porque fizeste o não previsto nas leis da amizade e da natureza nem nos deixaste sequer o direito de indagar porque o fizeste, porque te foste. Carlos Drummond de Andrade
Canção de vidro
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
terça-feira, 30 de novembro de 2010
as palavras
me livram
da loucura
me lavram
da secura
me lavam
da amargura
me levam
pra soltura
me desatinam
me descortinam
me despem
me vestem
me transparecem
me translucidam
me deixam ao léu
me levam além
desafeto virtual ou " pra bom entendedor, nem meia palavra basta"
um email
que era
pra ser
inteiro
real
deixou
tudo
letal
deletou
sem
tato
pelo
status
invisível
falou
sem
palavras
o que
causaria
menos
incômodo
sendo
dito
ou escrito
contato
naufragado
na rede
de quem
não era
peixes
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
nesse processo
lento e escorregadio
de ser
cada
cada
coisa
tem
um
sentido
um
sentido
cada
ação
ação
um
simbolismo
simbolismo
que minha alma
anseia siginificar
com passos
vagarosos
e mãos
no mesmo
compasso
tudo que tateio
reflete em
algum
algum
abismo
as águas
que me banham
bebo
contemplo
e amo
diluem e
fluem
o que
teima
em
estagnar
estagnar
o céu com
seu brilho
solar
estrelar
e lunar
clareiam
e norteiam
o caminhar
cada
planta
planta
flor
animal
gente
e todo
ser vivente
ensina
a olhar
tudo
de um
modo
diferente
diferente
e na lentidão
de quase sempre
organizando
cada aspecto
da vida
uma melodia
que não
se ouve
vai sendo
composta
cheia de notas
semibreves...
domingo, 28 de novembro de 2010
DECRETO
aproveitar melhor o tempo
sem devaneios vãos
esperas desesperadas
esperanças ingênuas
pois não quero a
sensação de ver-me
refletida inerte no tempo
cada vez mais veloz
decreto o fim
dessa lentidão
que agoniza
em seu lugar
quero a lentidão
do criar
processo de gerar
com arte
beleza e harmonia
algo que clareie
que transforme
renove e me
refaça como ser
que cria de
forma ativa
quero lançar-me
no real
ausentar-me do virtual
desfazer sentimentos
suspensos, represados
todo engano
e desencanto
e deixar de esperar
que ser mais feliz
depende de um outro
sem devaneios vãos
esperas desesperadas
esperanças ingênuas
pois não quero a
sensação de ver-me
refletida inerte no tempo
cada vez mais veloz
decreto o fim
dessa lentidão
que agoniza
em seu lugar
quero a lentidão
do criar
processo de gerar
com arte
beleza e harmonia
algo que clareie
que transforme
renove e me
refaça como ser
que cria de
forma ativa
quero lançar-me
no real
ausentar-me do virtual
desfazer sentimentos
suspensos, represados
todo engano
e desencanto
e deixar de esperar
que ser mais feliz
depende de um outro
sábado, 27 de novembro de 2010
junto com a lua
vou deixar tudo
que ta dentro
também se esvaziar
nesta noite
vazio de pensamento
de sentimento
sem correspondência
vazio de qualquer
expectativa vã
lua cheia
que se despede
leva contigo
meu afeto
contido
que nem
teve a chance
de se mostrar
pois agora
o que vai
prevalecer
é simplesmente
meu amor
incondicionado
a mim
as flores
aos gatos
a tudo
que tem vida
não pede
nem recusa
amor
vou deixar tudo
que ta dentro
também se esvaziar
nesta noite
vazio de pensamento
de sentimento
sem correspondência
vazio de qualquer
expectativa vã
lua cheia
que se despede
leva contigo
meu afeto
contido
que nem
teve a chance
de se mostrar
pois agora
o que vai
prevalecer
é simplesmente
meu amor
incondicionado
a mim
as flores
aos gatos
a tudo
que tem vida
não pede
nem recusa
amor
encontro com a lua
noites em claro
pra absorver
a claridade
da lua
aguardando
sua chegada
para a prática
da contemplação
acompanhada
de Bach
e de lentes
que aproximam
a lua de mim
indescritível
presença
deste grande
ser celeste
que com
sua forma
e claridade
percorre
mistérios
de dentro
e de fora
do todo
contemplar
é de certa
forma
assimilar
uma grandeza
sem a lógica
da razão
e vai além
da emoção
que sai do coração...
pra absorver
a claridade
da lua
aguardando
sua chegada
para a prática
da contemplação
acompanhada
de Bach
e de lentes
que aproximam
a lua de mim
indescritível
presença
deste grande
ser celeste
que com
sua forma
e claridade
percorre
mistérios
de dentro
e de fora
do todo
contemplar
é de certa
forma
assimilar
uma grandeza
sem a lógica
da razão
e vai além
da emoção
que sai do coração...
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
contemplação
o tempo
se torna
templo
altar
feito de
estrelas
luz lunar
para
polarizar
yin
e yang
luz
e sombra
solitude
e atitude
vaga-lumes
brincando
e brindando
a vida
na noite
calma
de silêncio
fresco
que sepulta
o dia inerte
do calor
que derrete
transmutando
tudo que resiste
a mudança
se torna
templo
altar
feito de
estrelas
luz lunar
para
polarizar
yin
e yang
luz
e sombra
solitude
e atitude
vaga-lumes
brincando
e brindando
a vida
na noite
calma
de silêncio
fresco
que sepulta
o dia inerte
do calor
que derrete
transmutando
tudo que resiste
a mudança
noturno
seres ilustres
adentram em
minha casa
na noite abafada
de lua oculta
que começa
a se esvaziar
seres alados
de luzes verdes
que vaga-lumeiam
alegrando
e clareando
a alma
cansada
de afeto
desfeito
adentram em
minha casa
na noite abafada
de lua oculta
que começa
a se esvaziar
seres alados
de luzes verdes
que vaga-lumeiam
alegrando
e clareando
a alma
cansada
de afeto
desfeito
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
intenção
é tudo
agora
tudo
voltou
a seu
lugar
na casa
que abriga
a asa
harmonia
refletida
na ordem
e na limpeza
processo
vagaroso
que
quase
parece
milagroso
mantra
de amor
e bondade
que expandiu
o coração
dando
força
e motivação
noite em
claro
como a lua
que se encheu
de luz pra
clarear
os caminhos
na terra
sono
que cedeu
lugar
a vontade
de estar
alerta
atenta
à cor
dada
pela
vida
é tudo
agora
tudo
voltou
a seu
lugar
na casa
que abriga
a asa
harmonia
refletida
na ordem
e na limpeza
processo
vagaroso
que
quase
parece
milagroso
mantra
de amor
e bondade
que expandiu
o coração
dando
força
e motivação
noite em
claro
como a lua
que se encheu
de luz pra
clarear
os caminhos
na terra
sono
que cedeu
lugar
a vontade
de estar
alerta
atenta
à cor
dada
pela
vida
domingo, 21 de novembro de 2010
como lesma
me arrasto
a esmo
organizando
a vida
na
casa
que reflete
a alma
toda revirada
a espera
de um
amor tranquilo
com
troca de carinho
e comunhão
limpeza
lenta
que me
transforma
e também cansa
início
pelo
banheiro
lugar
de purificação
limpar
tudo que
não tem razão
um
quarto
revirado
revelando
a intimidade
caótica
quem sabe
até
uma ilusão
de ótica
liberação
do que não
tem uso
paredes
esperando
a tinta branca
pra clarear
tudo que sinto
sala
de estar
em sintonia
comunicação
integração
arte
tudo ainda
fora de lugar
pra elaborar
o processo
que vai chegar
de criar
com luz
e alegria
canteiro
cheio de terra
pronta
pra fazer
nascer
plantas
na primavera
e crescer
por todo
verão...
me arrasto
a esmo
organizando
a vida
na
casa
que reflete
a alma
toda revirada
a espera
de um
amor tranquilo
com
troca de carinho
e comunhão
limpeza
lenta
que me
transforma
e também cansa
início
pelo
banheiro
lugar
de purificação
limpar
tudo que
não tem razão
um
quarto
revirado
revelando
a intimidade
caótica
quem sabe
até
uma ilusão
de ótica
liberação
do que não
tem uso
paredes
esperando
a tinta branca
pra clarear
tudo que sinto
sala
de estar
em sintonia
comunicação
integração
arte
tudo ainda
fora de lugar
pra elaborar
o processo
que vai chegar
de criar
com luz
e alegria
canteiro
cheio de terra
pronta
pra fazer
nascer
plantas
na primavera
e crescer
por todo
verão...
sábado, 20 de novembro de 2010
processo
lento
de ser
interno
desordem
externa
espelho
da alma
armada
que controla
o fluxo
sem entender
o ritmo
natural
desejo
quase
afoito
tendo
que aprender
no escuro
do caos
o remanso
que há
no descanso
do cais
mundo interno
restrito
aos assuntos
do coração
do encantamento
da fusão
entre dois seres
em ebulição
será muita
limitação?
tanta desordem
no mundo
e aqui essa
divagação
inerte
quase catatônica
expressando
em palavras
que vêm
e que vão
pelos vãos
das mãos...
lento
de ser
interno
desordem
externa
espelho
da alma
armada
que controla
o fluxo
sem entender
o ritmo
natural
desejo
quase
afoito
tendo
que aprender
no escuro
do caos
o remanso
que há
no descanso
do cais
mundo interno
restrito
aos assuntos
do coração
do encantamento
da fusão
entre dois seres
em ebulição
será muita
limitação?
tanta desordem
no mundo
e aqui essa
divagação
inerte
quase catatônica
expressando
em palavras
que vêm
e que vão
pelos vãos
das mãos...
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
simbolismo noturno
céu límpido
de lua que
cresce
estrelas
que cintilam
e vento
que purifica
e renova
levando o
velho
o medo
o ruido
noite
que brilha
mostrando
o caminho
de lua que
cresce
estrelas
que cintilam
e vento
que purifica
e renova
levando o
velho
o medo
o ruido
noite
que brilha
mostrando
o caminho
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
arrumação
ao meu redor
uma grande
desorganização
reflexo
do mundo de dentro
todo revirado
em processo
de reformulação
casa espelho
da alma
refletindo
os cômodos
(yin cômodos)
de meu ser
fase pra desfazer
medos
lançar-me
no desconhecido
no rio
do que é
misterioso
destrancar as portas
do coração
expor o que vai
nas profundezas
do escuro de mim
busca pela
unidade
através
da complementaridade
fusão com a
polaridade
desfazer padrão
não repetir
velhos erros
abrir o presente
do momento
único
que é o agora
uma grande
desorganização
reflexo
do mundo de dentro
todo revirado
em processo
de reformulação
casa espelho
da alma
refletindo
os cômodos
(yin cômodos)
de meu ser
fase pra desfazer
medos
lançar-me
no desconhecido
no rio
do que é
misterioso
destrancar as portas
do coração
expor o que vai
nas profundezas
do escuro de mim
busca pela
unidade
através
da complementaridade
fusão com a
polaridade
desfazer padrão
não repetir
velhos erros
abrir o presente
do momento
único
que é o agora
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
a vida é esta
alternância
um dia cinza
molhado
outro azul
iluminado
um dia esfria
outro esquenta
um dia venta
outro
nada se movimenta
um dia há
vontade
de chorar
como a chuva
no outro
sorrir
como o sol
cada dia
o desafio
de viver
cada momento
sagrado
como se fosse
um agrado
divino
deixar pra trás
o que se passou
deixar pra frente
o que virá
ser eterno
presente
que vive
plantado
no agora
do aqui
alternância
um dia cinza
molhado
outro azul
iluminado
um dia esfria
outro esquenta
um dia venta
outro
nada se movimenta
um dia há
vontade
de chorar
como a chuva
no outro
sorrir
como o sol
cada dia
o desafio
de viver
cada momento
sagrado
como se fosse
um agrado
divino
deixar pra trás
o que se passou
deixar pra frente
o que virá
ser eterno
presente
que vive
plantado
no agora
do aqui
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
de missão
primeiro dia
após a demissão
chuva que cai
desde a madrugada
limpando
tudo
dando
vida as plantas
regando a terra
seca
cansada
de queimada
da cana
dia de descanso
concentrar a energia
direcionar pra luz
que nem girassol
mesmo com a chuva
após a demissão
chuva que cai
desde a madrugada
limpando
tudo
dando
vida as plantas
regando a terra
seca
cansada
de queimada
da cana
dia de descanso
concentrar a energia
direcionar pra luz
que nem girassol
mesmo com a chuva
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
na manchete:
cientistas norte
americanos
descobrem planeta
próximo ao nosso
com recursos
disponíveis
pra vida
acham que
são os
descobridores
dão nome
ja pensam
em exploração
depois de
tantos estragos
neste planeta azul
pensam em
invadir outro
quanta pretensão
nem dão conta
de reparar
tantos absurdos
e se projetam
além...
cientistas norte
americanos
descobrem planeta
próximo ao nosso
com recursos
disponíveis
pra vida
acham que
são os
descobridores
dão nome
ja pensam
em exploração
depois de
tantos estragos
neste planeta azul
pensam em
invadir outro
quanta pretensão
nem dão conta
de reparar
tantos absurdos
e se projetam
além...
dia cinza
de despedida
liberação
do que já
não é mais
desvincular
daquilo
que não
é essencial
separaração
pra encontrar
outra direção
parcerias
de harmonia
caminhada
com passos
livres
seguros
sentindo
o peso
cedendo
plantas
e flores
como
recompensa
abraços
carinhosos
de quem
perdeu
a razão
convencional
palavras
de otimismo
de quem
é refém
do sistema
que sustenta
a doença
misto
de leveza
e tristeza
tudo
se transforma
sem apego
sigo
acompanhando
a luz
de despedida
liberação
do que já
não é mais
desvincular
daquilo
que não
é essencial
separaração
pra encontrar
outra direção
parcerias
de harmonia
caminhada
com passos
livres
seguros
sentindo
o peso
cedendo
plantas
e flores
como
recompensa
abraços
carinhosos
de quem
perdeu
a razão
convencional
palavras
de otimismo
de quem
é refém
do sistema
que sustenta
a doença
misto
de leveza
e tristeza
tudo
se transforma
sem apego
sigo
acompanhando
a luz
indignação
índiga
ação
dualidade
brilho
e opacidade
meia-verdade
desatualizada
recapitulação
exercício
de poder
medíocre
dias contados
pra derrubada
sistema de saúde
doente
que por si só
vai se auto-destruir
e vou ver ruir...
porque tudo
isto vai se acabar
a manipulação
o controle
o lucro
isto é só
o sinal
de que este
poder
não tem
poder
porque exclui
a possibilidade
da integração
da unidade
da divindade
ciência
sem consciência
sem afeto
sem ternura
postura
rígida
e retrógrada
que co-ordena
sem visão
de amplitude
bom separar
o que não
tem fusão
com o coração
índiga
ação
dualidade
brilho
e opacidade
meia-verdade
desatualizada
recapitulação
exercício
de poder
medíocre
dias contados
pra derrubada
sistema de saúde
doente
que por si só
vai se auto-destruir
e vou ver ruir...
porque tudo
isto vai se acabar
a manipulação
o controle
o lucro
isto é só
o sinal
de que este
poder
não tem
poder
porque exclui
a possibilidade
da integração
da unidade
da divindade
ciência
sem consciência
sem afeto
sem ternura
postura
rígida
e retrógrada
que co-ordena
sem visão
de amplitude
bom separar
o que não
tem fusão
com o coração
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
a verdade obtusa do olho estrábico
quando a fala
se cala
diante
do absurdo
a garganta
reage
ruge
de indignação
mas há
diferença
entre o silencio
contido
e o retido
para
o momento
oportuno
onde
a emoção
após
a transmutação
alcança
sua livre
expressão
a voz
que cala
diante
da fala
interditada
pelo
autoritarismo
também
se fortalace
no recolhimento
a tosse
via de expressão
da emoção
caótica
vai cedendo
aos poucos
depois que
a liberdade
mesmo que
as avessas
chega
com suas
asas de amor
se cala
diante
do absurdo
a garganta
reage
ruge
de indignação
mas há
diferença
entre o silencio
contido
e o retido
para
o momento
oportuno
onde
a emoção
após
a transmutação
alcança
sua livre
expressão
a voz
que cala
diante
da fala
interditada
pelo
autoritarismo
também
se fortalace
no recolhimento
a tosse
via de expressão
da emoção
caótica
vai cedendo
aos poucos
depois que
a liberdade
mesmo que
as avessas
chega
com suas
asas de amor
domingo, 26 de setembro de 2010
estrabismo
olhar estrábico
que recusa
a olhar além
do que sua vista
desfocada
alcança
sente ameaça
quando
novo olhar
realiza
e tem sucesso
insiste
tanto em dizer
tem que acolher
tem que ter foco
porque
isto é o
que ainda
não desenvolveu
no próprio self
aponta
os erros
alheios
retrocede
ao passado
porque não
tem argumento
vivo no presente
se ressente
do que brilha
do que é simples
natural
e saudável
e pensa que tem poder...
que recusa
a olhar além
do que sua vista
desfocada
alcança
sente ameaça
quando
novo olhar
realiza
e tem sucesso
insiste
tanto em dizer
tem que acolher
tem que ter foco
porque
isto é o
que ainda
não desenvolveu
no próprio self
aponta
os erros
alheios
retrocede
ao passado
porque não
tem argumento
vivo no presente
se ressente
do que brilha
do que é simples
natural
e saudável
e pensa que tem poder...
quando a intriga se
aproxima
uma flor
me é ofertada
sinal
do amor
da proteção
dos anjos
dos santos
da divindade
que me habita
energias
sem sintonia
sigo meu caminho
confiando
na guiança
como criança...
me afasto
pra não compactuar
com o sistema
doentio
retrógrado
desvitalizado
suas verdades
obtusas
e estrábicas
refletem seu ponto
de vista
desfocado
como seus olhos
opacos
que não
encaram
outros olhares
nem pontos de vista
diferentes
desejo que
sua visão
se expanda
que seu coração
se abra
para além
dos seus dogmas
católicos
psicanaliticos
desatualizados e
amorfos
que seus rins
liberem
os medos
que seu ser
se eleve
e fique leve
aproxima
uma flor
me é ofertada
sinal
do amor
da proteção
dos anjos
dos santos
da divindade
que me habita
energias
sem sintonia
sigo meu caminho
confiando
na guiança
como criança...
me afasto
pra não compactuar
com o sistema
doentio
retrógrado
desvitalizado
suas verdades
obtusas
e estrábicas
refletem seu ponto
de vista
desfocado
como seus olhos
opacos
que não
encaram
outros olhares
nem pontos de vista
diferentes
desejo que
sua visão
se expanda
que seu coração
se abra
para além
dos seus dogmas
católicos
psicanaliticos
desatualizados e
amorfos
que seus rins
liberem
os medos
que seu ser
se eleve
e fique leve
era do aguadeiro
que se manifesta
a cada dia
verdades vindo
a tona
purificando a
humanidade que
dorme
presa a matéria
inerte
sem luz
era
que chega
pra renovar
encher de luz
o planeta
que vai se
tornar
sagrado
vai voltar
a condição
de paraiso
pura harmonia
muitas águas
vão rolar
até tudo
purificar
consciência
na luz
foco
no espírito
transmutar
a densidade
refinar
a sensibilidade
ser antena
que capta
o infinito
trilhar o caminho
da paz
do amor
e da união
vida consagrada
a perfeição
do criador
que se manifesta
a cada dia
verdades vindo
a tona
purificando a
humanidade que
dorme
presa a matéria
inerte
sem luz
era
que chega
pra renovar
encher de luz
o planeta
que vai se
tornar
sagrado
vai voltar
a condição
de paraiso
pura harmonia
muitas águas
vão rolar
até tudo
purificar
consciência
na luz
foco
no espírito
transmutar
a densidade
refinar
a sensibilidade
ser antena
que capta
o infinito
trilhar o caminho
da paz
do amor
e da união
vida consagrada
a perfeição
do criador
sábado, 25 de setembro de 2010
primavera
chega com frescor
trazendo água do céu
que rega a terra
a vida vegetal
e purifica o ar
flor que se abre
em meio a pedra:
lilás ,transmutando
e sutilizando
mudas de alecrim
pra alegrar
dando o sinal
de que o amor
é sempre o vencedor
cada vez
que um incomodo
aparece
um muda de flor
é ofertada...
presente de anjos
trazendo água do céu
que rega a terra
a vida vegetal
e purifica o ar
flor que se abre
em meio a pedra:
lilás ,transmutando
e sutilizando
mudas de alecrim
pra alegrar
dando o sinal
de que o amor
é sempre o vencedor
cada vez
que um incomodo
aparece
um muda de flor
é ofertada...
presente de anjos
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
gelo cobrindo a cidade
tornando tudo frio
branco
umido
natureza
que mostra
seu poder
purifica
destrói
e transmuta
aqui essa
secura
que não cessa
vento que vem
e vai
dispersa a chuva
que não quer cair
será por causa
das queimadas?
dos canaviais
com seus ais
e das plantações
envenenadas de
homem que não
quer carpir
queima
pra poupar
seu esforço
sem se importar
em maltratar
e ressecar
o solo
que espécie
de seres somos
nós,
humanos
superficiais
tão apegados
a aparência?
reino humano
que fere e
interfere
planeta
em ebulição
tornando tudo frio
branco
umido
natureza
que mostra
seu poder
purifica
destrói
e transmuta
aqui essa
secura
que não cessa
vento que vem
e vai
dispersa a chuva
que não quer cair
será por causa
das queimadas?
dos canaviais
com seus ais
e das plantações
envenenadas de
homem que não
quer carpir
queima
pra poupar
seu esforço
sem se importar
em maltratar
e ressecar
o solo
que espécie
de seres somos
nós,
humanos
superficiais
tão apegados
a aparência?
reino humano
que fere e
interfere
planeta
em ebulição
terça-feira, 14 de setembro de 2010
ave poesia
ave poesia
cheia de garça
amor vem conosco
bendito é o vosso
vento de luz
mantra poesia
mãe de eus
hai-kai pra nós
sonhadores
agora e na hora
da nossa arte
amem
cheia de garça
amor vem conosco
bendito é o vosso
vento de luz
mantra poesia
mãe de eus
hai-kai pra nós
sonhadores
agora e na hora
da nossa arte
amem
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
palavra
com gosto
de amora
quero
agora
pra
saborear
a vida
madura
com
doçura
palavra
que seja
acorde
pra alma
que dorme
que seja
sopro
em
meio
a secura
dos lábios
calados
contritos
aflitos
palavra
que seja
melodia
no dia
e na noite
que seja
estrela
em meio
ao escuro
do vazio
do ruido
que seja
água
limpida
e clara
que
purifica
e vivifica
palavra
que
lavra
a alma
como
o jardineiro
a terra
com gosto
de amora
quero
agora
pra
saborear
a vida
madura
com
doçura
palavra
que seja
acorde
pra alma
que dorme
que seja
sopro
em
meio
a secura
dos lábios
calados
contritos
aflitos
palavra
que seja
melodia
no dia
e na noite
que seja
estrela
em meio
ao escuro
do vazio
do ruido
que seja
água
limpida
e clara
que
purifica
e vivifica
palavra
que
lavra
a alma
como
o jardineiro
a terra
sábado, 11 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
secura no ar
deixando tudo
estagnado
cansado
enfraquecido
reflexos de atmosfera
sofrida por
queimadas
poluições ilimitadas
das máquinas
que não cessam
de movimentar
pra sustentar
tanto vazio
humanidade
que escolhe
a degradação
em prol
de seu bem-estar
material
mais vazamento
no golfo do México
por tanto mexerem
no fundo do mar
até tudo
explorar
explodir
planeta
que vai
naturalmente
se realinhar
e muita gente
vai pagar
mais caro
pra ver
deixando tudo
estagnado
cansado
enfraquecido
reflexos de atmosfera
sofrida por
queimadas
poluições ilimitadas
das máquinas
que não cessam
de movimentar
pra sustentar
tanto vazio
humanidade
que escolhe
a degradação
em prol
de seu bem-estar
material
mais vazamento
no golfo do México
por tanto mexerem
no fundo do mar
até tudo
explorar
explodir
planeta
que vai
naturalmente
se realinhar
e muita gente
vai pagar
mais caro
pra ver
terça-feira, 31 de agosto de 2010
BELO MONTE
tempos cada
vez mais
materializados
de ganância
e destruição
de seres
desprovidos
de sensibilidade
e amor
não ouvem
o som das águas
nem a voz
dos índios
querem apenas
pensar
em cifrões
belo monte
de dinheiro
vez mais
materializados
de ganância
e destruição
de seres
desprovidos
de sensibilidade
e amor
não ouvem
o som das águas
nem a voz
dos índios
querem apenas
pensar
em cifrões
belo monte
de dinheiro
domingo, 29 de agosto de 2010
mortes causadas
por águas que
não cessam
natureza
que purifica
de forma drástica
em sintonia
com a destruição
causada
por essa
civilização
sol queimando
pra transmutar
tanta
secura de amor
mares estremecendo
pra parir
o estupro
petroleiro
tantos seres
se acabando
no crack
como se a vida
fosse mesmo um estralo
vazio no vácuo
no álcool
como se a vida
fosse volátil
sexualidade
sem conexão
com o sagrado
humanidade
que desonra
o próprio corpo
descuida de si
da terra
do ar
de tudo que é
vida pura
como pretende
continuar
a vida no planeta
onde a escassez
começa a despontar?
é preciso luz
ações altruístas
ja não é mais tempo
de orgulhos feridos
egos ofendidos
diante de tanto
clamor
vivemos em meio
a transiçãO
onde o velho
modelo precisa
ruir
pra deixar o novo
o poder feminino
transcender
tanta
escuridão
por águas que
não cessam
natureza
que purifica
de forma drástica
em sintonia
com a destruição
causada
por essa
civilização
sol queimando
pra transmutar
tanta
secura de amor
mares estremecendo
pra parir
o estupro
petroleiro
tantos seres
se acabando
no crack
como se a vida
fosse mesmo um estralo
vazio no vácuo
no álcool
como se a vida
fosse volátil
sexualidade
sem conexão
com o sagrado
humanidade
que desonra
o próprio corpo
descuida de si
da terra
do ar
de tudo que é
vida pura
como pretende
continuar
a vida no planeta
onde a escassez
começa a despontar?
é preciso luz
ações altruístas
ja não é mais tempo
de orgulhos feridos
egos ofendidos
diante de tanto
clamor
vivemos em meio
a transiçãO
onde o velho
modelo precisa
ruir
pra deixar o novo
o poder feminino
transcender
tanta
escuridão
sábado, 28 de agosto de 2010
um verso pra Tatit
zero hora
noite cálida
calada
ao som
de sem
palavras
voz singela
de cantor-poeta
que passa
como pássaro
indesejos
desprocuras
estabilizadas
emoções
nem alegria
nem tristeza
nem choro
nem vela
serena alegria
incontida
de exageros
novas vias
pra trilhar
novo céu
pra contemplar
novas almas
pra conviver
desapego
do familiar
convencional
do incômodo
do cômodo
de vida acostumada
sossego
desassossegado
com sabor de pêssego
noite cálida
calada
ao som
de sem
palavras
voz singela
de cantor-poeta
que passa
como pássaro
indesejos
desprocuras
estabilizadas
emoções
nem alegria
nem tristeza
nem choro
nem vela
serena alegria
incontida
de exageros
novas vias
pra trilhar
novo céu
pra contemplar
novas almas
pra conviver
desapego
do familiar
convencional
do incômodo
do cômodo
de vida acostumada
sossego
desassossegado
com sabor de pêssego
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
renovação
novo alimento
alinhamento
alento
tudo
que
era
lento
sonolento
cedendo
lugar
pro
fortalecimento
vida nova
que desponta
saltar
no desconhecido
sem medo
do inesperado
seguir o rumo
da alma
que ouve
som de estrelas
e confia
alinhamento
alento
tudo
que
era
lento
sonolento
cedendo
lugar
pro
fortalecimento
vida nova
que desponta
saltar
no desconhecido
sem medo
do inesperado
seguir o rumo
da alma
que ouve
som de estrelas
e confia
sexta-feira, 23 de julho de 2010
De cisão
tudo claro
como a lua
sinais de estrelas
orientando
o caminho
estranhezas
necessárias
prá fortalecer
a decisão
como a lua
sinais de estrelas
orientando
o caminho
estranhezas
necessárias
prá fortalecer
a decisão
segunda-feira, 19 de julho de 2010
sinal de estrelas
não tem como
não seguir
têm ligação
com o coração
e com tudo
que é essencial
lançando no
desconhecido
rompendo
medo
de abismo e
e elevação
superficialidade
perdendo cada
vez mais o lugar
o sagrado
contornando
cada vez mais
a alma
um agrado
que torna
tudo cristalino
solto
transcendido
respostas
cada vez
mais brotando
e florescendo
do centro
do coração
revelando
a real direção
não tem como
não seguir
têm ligação
com o coração
e com tudo
que é essencial
lançando no
desconhecido
rompendo
medo
de abismo e
e elevação
superficialidade
perdendo cada
vez mais o lugar
o sagrado
contornando
cada vez mais
a alma
um agrado
que torna
tudo cristalino
solto
transcendido
respostas
cada vez
mais brotando
e florescendo
do centro
do coração
revelando
a real direção
quinta-feira, 15 de julho de 2010
domingo, 11 de julho de 2010
propósito de eclipse
trilhar o caminho
sagrado
fazer na natureza
um agrado
uma oferenda
de amor
de cuidado
e gratidão
cuidar da água
usa-la sem desperdício
pra que nunca se esgote
afagar a terra
plantar o alimento
a erva que cura
a flor que encanta
apreciar o fogo
e usa-lo como ritual
de limpeza
e transmutação
respeitar o ar
com os pensamentos
elevados
e a consciência em
eterna expansão
também cuidar
da não poluição
química
reverenciar
as forças da natureza
por toda grandeza
e beleza
e fazer da minha
vida um canto
sagrado
de luz
sagrado
fazer na natureza
um agrado
uma oferenda
de amor
de cuidado
e gratidão
cuidar da água
usa-la sem desperdício
pra que nunca se esgote
afagar a terra
plantar o alimento
a erva que cura
a flor que encanta
apreciar o fogo
e usa-lo como ritual
de limpeza
e transmutação
respeitar o ar
com os pensamentos
elevados
e a consciência em
eterna expansão
também cuidar
da não poluição
química
reverenciar
as forças da natureza
por toda grandeza
e beleza
e fazer da minha
vida um canto
sagrado
de luz
sábado, 10 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
quando a compreensão
do que não era pra ser
se torna clara
tudo se transforma
se transmuta
se eleva
vida que não cessa
de ensinar
lugar de montanhas
que faz a alma
se alar
se cobrir
aquietar
lugar sagrado
de se enlevar
deixar o vento
levar o que não é
entrega
que depois
de aceita
vira pluma
ensinamentos
que vêm de outros
níveis
expandindo a consciência
deixando a vida elevada
e o sacrifício
puro sacro ofício
medos que se desfazem
apegos que se dissolvem
vida que se torna
maior e conectada
com o cosmos
pequena centelha
que se ilumina
e ajuda o brilho
da estrela
ser manifesto
do que não era pra ser
se torna clara
tudo se transforma
se transmuta
se eleva
vida que não cessa
de ensinar
lugar de montanhas
que faz a alma
se alar
se cobrir
aquietar
lugar sagrado
de se enlevar
deixar o vento
levar o que não é
entrega
que depois
de aceita
vira pluma
ensinamentos
que vêm de outros
níveis
expandindo a consciência
deixando a vida elevada
e o sacrifício
puro sacro ofício
medos que se desfazem
apegos que se dissolvem
vida que se torna
maior e conectada
com o cosmos
pequena centelha
que se ilumina
e ajuda o brilho
da estrela
ser manifesto
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